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Lumanzin apresenta “AÍ TEM CHÃO (eu vivi)”, primeiro single de seu próximo álbum

Entre beats, instrumentos orgânicos e uma interpretação vocal inédita, faixa revela novos caminhos sonoros da artista
Entre imaginar um beijo e construir uma história de amor na própria cabeça, há uma distância entre o que se sente e o que de fato acontece. Em “AÍ TEM CHÃO (eu vivi)”, novo single de Lumanzin, essa experiência se transforma em uma canção pop dançante que abre os caminhos para o próximo disco da cantora.
Produzida pela própria artista, a faixa combina baixo, bateria, violão e guitarra a beats e sintetizadores. Dinâmicas inesperadas, soluções rítmicas menos previsíveis e uma melodia direta convivem em uma sonoridade que aproxima instrumentos orgânicos e texturas eletrônicas. A música também apresenta uma nova região vocal de Lumanzin, que explora os agudos e coloca a voz em primeiro plano, em contraste com os grandes arranjos que marcaram trabalhos anteriores.
“Eu adoro ‘AÍ TEM CHÃO (eu vivi)’, principalmente por causa das brincadeiras sonoras que foram surgindo. Usando sons que não são musicais, com um groove bem marcado do baixo, um primeiro verso mais experimental e um refrão bem chicletinho. É pop, dançante, mas ainda carrega uma estranheza. Lumanzin como instituição carrega uma estranheza sonora, não tem como escapar disso. (risos)”
Os arranjos foram desenvolvidos por Lumanzin em parceria com Llez e Tom dos Reis. Mucão toca bateria, e Lucas Cavallin, conhecido como Winebathory, assina a guitarra. As gravações aconteceram entre o home studio da artista e o Estúdio Ekord, com captação e mixagem de Leonardo Marques e masterização de Diego Techera.
Lumanzin transita entre o pop contemporâneo, a música brasileira, os ritmos latino-americanos e a música eletrônica. Sua discografia solo inclui o EP ABUSOS (2016) e os álbuns quarentena (2019) e Mansinha (2022). Em 2023, lançou BABEL, álbum do projeto 131, em parceria com Pedro Bienemann.
Sua trajetória inclui colaborações internacionais e uma residência no Banff Centre for Arts and Creativity, no Canadá. Também participou do projeto ATTA: Amplifying the Tropical Ants, idealizado por Lisa Schonberg, e cofundou o coletivo de música experimental e performance ZANAN, com Mahsa Salali e Roxhanna Albayati.
Paralelamente à carreira autoral, atua na Trilheiras Áudio com produção musical, composição e direção de áudio para cinema, televisão, podcasts e outros projetos audiovisuais.
“Eu sempre acreditei na minha música, na minha voz. Mas esse álbum que acabo de anunciar é um grande marco no meu amadurecimento artístico e profissional. Eu quero que seja um disco gostoso de dar play e deixar rodando, e que as músicas, incluindo a que abre esse projeto, toquem o coração”.

