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Bloco Carnavalesco Banhistas do Pina lança site comemorativo aos seus 90 anos

Banhistas do Pina comemora 90 anos e lança um site com o acervo de famílias vinculadas ao bloco . Foto: Chico Ludemir
Banhistas do Pina comemora 90 anos e, para não deixar a história do bloco ficar no esquecimento, foi criado um site com fotos, matéria de jornais e vídeos organizados a partir do acervo de famílias vinculadas ao bloco
O Bloco Banhistas do Pina, agremiação carnavalesca de Frevo (Frevo de Bloco, com coral e orquestra de pau e corda), completa nesta quinta-feira (3), 90 anos de Vida e Carnaval.
Para não deixar a história do bloco ficar no esquecimento, foi criado o site Rua de Jangada, um depositório de fotos, matéria de jornais e vídeos organizados a partir do acervo de famílias vinculadas ao carnaval do Banhistas do Pina.
O Jornalista, Marcelo da Silva e o Historiador e Gestor Cultural, Junior Afro são os responsáveis pelo site e convidam famílias de carnavalescos que fizeram a história dos banhistas a contribuir com o trabalho.
O Bloco Banhistas é uma referência de preservação e salvaguarda do Frevo, do patrimônio cultural de Pernambuco. Entre as figuras ilustres que marcam a história do Bloco estão Dona Julieta Leite (fundadora), Narciso do Banjo, os compositores Luiz Faustino, Getúlio Cavalcante, Bráulio de Castro e Marcelo Varela.
“O Banhistas do Pina é daquelas agremiações carnavalescas do frevo que fazem parte da história do Recife com sua presença no carnaval, sua interação comunitária, sua musicalidade e sua relação com o entretenimento fazendo em seu nome e em suas poesias” afirma Junior Afro.
Banhistas- O Banhistas do Pina, criado há 90 anos na antiga Ilha do Bode, no bairro do Pina, Recife, por um grupo de pescadores, lavadeiras e estivadores que queriam sair nas ruas cantando carnaval. Desse solo fértil de mangue, alimentado pelas águas do mar, formou-se um território cultural tão poderoso quanto seu ecossistema. Assim era o Bairro do Pina em 1932, ano de fundação do bloco lírico. A maré ia e voltava, entrava e saía das casas de palha e chão batido de areia preta da maré. Era mangue, era mar. A comunidade sobrevivia da riqueza do mar, as ruas e casas eram iluminadas por candeeiros. Naquele tempo, não chegava luz ao conjunto de ilhas do Pina, e os sinais de urbanização ainda eram poucos. Tinha peixe, tinha marisco. E, com a lama do mangue, o povo aterrou a Comunidade do Bode.
Da Redação
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