Ravih fotografado por Damaris Belchior
Nascido e criado em Parelheiros, bairro do sul de São Paulo, Ravih usa a música como ferramenta de trabalho desde cedo.
Incentivado pelos pais, começou a dedilhar instrumentos aos 11 anos.
Para ele, que também é multi-instrumentista, “a música é móvel e está aí para ser experimentada”.
“Lanterna”, seu primeiro single, foi lançado neste 20 de novembro, para celebrar o Dia da Consciência Negra e Zumbi dos Palmares.
O clipe, mas palavras de Ravih.
“Meu personagem chega ao paraíso dos jovens negros sem entender bem onde ele está até que encontra com sua versão mais nova, que o ‘ilumina’ e o faz lembrar como ele morreu: atingido por uma bala ‘perdida’ enquanto voltava do trabalho numa obra, referência ao caso de Joilson Pereira e tantos outros pretos que foram ‘confundidos’.
No final do clipe, meu personagem não morre, ele já está morto e apenas revive a cena em sua memória. No paraíso tem um total de nove pessoas, contando eu, as crianças e a dançarina, simbolizando os mortos do massacre de Paraisópolis.
É por isso que as crianças e a menina dançam. O capacete com a lanterna é um símbolo de resiliência, complementar à letra, no sentido de algo que pode se apagar mas ser recarregado.”
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