O pianista Jonathan Ferr. Foto: Renan Oliveira
Representante do urban jazz no Brasil, Jonathan Ferr lança álbum “Cura”, lançado pelo slap, selo da Som Livre. O projeto chega ainda com uma websérie no YouTube envelopada em estética afrofuturista, com direção do artista.
“Busquei um certo minimalismo para a produção de ‘Cura’, no sentido de apostar em poucos elementos e muita clareza nas informações musicais. É um disco fácil de ouvir e sentir”, diz Jonathan.
O álbum traz sempre o piano no centro de cada composição, acompanhado de um quinteto de cordas e convidados, como o violoncelista Jaques Morelenbaum, a filósofa Viviane Mosé e o cantor Serjão Loroza. Ouça o disco completo aqui.
O álbum é o 13º trabalho solo de Alfredo Dias Gomes, filho de Janete Clair e Dias Gomes mergulhando no improviso jazzístico através de composições autorais, algumas com fortes referências pessoais.
“No final do ano passado comecei a compor para o novo disco e mantive o estilo jazzístico do último trabalho, sendo que em “Metrópole” também toco os teclados, além da bateria”, comenta o baterista, que começou a gravar as bases do disco em fevereiro com o baixista Jefferson Lescowitch.
A masterização foi realizada no Abbey Road Studios – o icônico estúdio em Londres – e feita pelo engenheiro de som Andy Walter, que já masterizou discos de David Bowie, Jimmy Page, Coldplay, The Who, The Beatles, dentre outros. Ouça o disco completo no link https://alfredodiasgomes.hearnow.com .
Consagrado “músico da noite” em Porto Alegre, o compositor, vocalista e guitarrista Leandro Bertolo chega ao segundo álbum, “A Flor do Som” (independente/distribuição Tratore), investindo em um trabalho autoral, já disponível nas plataformas digitais e com distribuição nacional em formato CD. Influenciado por compositores/cantores consagrados nos anos 1970 – notadamente Djavan, João Bosco e Gonzaguinha -, Bertolo passa longe da imitação. Apenas parte da admiração pelos citados para alçar seus próprios voos.
“Nocturnal Geometries” é composto por músicas que o baixista criou ao longo de um ano sob a orientação de seu professor de composição Jim Pugh, que já foi trombonista de nomes como Chick Corea e atualmente toca com Steely Dan. “Foi um processo de aprendizado muito bonito e pude desenvolver novas formas de comunicar minhas ideias e expandir os caminhos harmônicos e melódicos de minhas músicas”, revela Andrey. Ouça o disco completo aqui.
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