Por Leonardo Sakamoto
Imagem de Rajesh Balouria por Pixabay
Não que isso seja um atestado de credibilidade, mas uma pessoa jurídica ou física que corre o risco de pagar altas indenizações tende a tomar mais cuidado do que um site fabricado de última hora que se mantém anônimo.
Quem dá a cara para bater é mais confiável.
É claro que há páginas na rede com difamadores que usam pseudônimos para fugir de punições.
Não dá para zerar o risco, mas checar se a pessoa da qual você compartilha sempre textos existe mesmo vale a pena.
Um título bombástico pode esvaziar feito uma bexiga furada ao você ler o texto e perceber que nada o sustenta.
Ela foi descontextualizada, ou seja, ilustra outra coisa diferente e está sendo distorcida para servir ao propósito do texto falso?
Dá para perceber que ela foi alterada no Photoshop?
No jornalismo, os dois têm seu valor, mas informação precede opinião.
Desconfie de textos que querem se fazer passar por notícias, mas são opinião pura. Exija provas.
Eles precisam trazer dados novos e relacionados à denúncia e, acima de tudo, precisam fazer sentido.
Muitos difamadores colocam esses elementos porque sabem que a maior parte das pessoas nem vai clicar neles, achando que existem provas irrefutáveis simplesmente porque estão lá.
Desconfie de notícias que circulam apenas entre sites anônimos e grupos de WhatsApp. Muitas vezes esses sites e grupos pertencem às mesmas pessoas que produziram o texto falso.
Se soubesse, condenava algumas páginas e sites ao esquecimento.
Eu sei que é bom quando o mundo diz que estamos certos, mas a vida não é conto de fadas.
Aprender a consumir informação com a qual não concorda, mas que tenha qualidade, porque ela ajuda a explicar o mundo em que você vive, acredite, é sinal de maturidade.
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