O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) vai expandir o monitoramento dos biomas para identificar as possíveis causas do desmatamento. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (6) pela secretária de Políticas e Programas Estratégicos do MCTI, Marcia Barbosa, durante entrevista coletiva sobre os dados do desmatamento no primeiro semestre de 2023. Segundo ela, a ferramenta TerraClass, que usa como base os dados de satélites, passará a monitorar outros biomas, além da Amazônia.Enquanto os programas Prodes e Deter fazem o mapeamento das áreas desmatadas, o TerraClass investiga os motivos e aponta as possíveis causas da derrubada de árvores, como garimpo ou pecuária.“O MCTI é parceiro do Ministério do Meio Ambiente neste controle do desmatamento através dos programas Prodes e Deter. Mas queremos expandir o TerraClass, que permite um outro olhar do que está ocupando o espaço desmatado. O MCTI está expandindo essa ferramenta para outros biomas, e vamos disponibilizar a ferramenta para ter um olhar diferenciado em relação ao desmatamento”, afirmou a secretária. Foto: Luara Baggi (ASCOM/MCTI)
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) vai expandir o monitoramento dos biomas para identificar as possíveis causas do desmatamento. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (6) pela secretária de Políticas e Programas Estratégicos do MCTI, Marcia Barbosa, durante entrevista coletiva sobre os dados do desmatamento no primeiro semestre de 2023. Segundo ela, a ferramenta TerraClass, que usa como base os dados de satélites, passará a monitorar outros biomas, além da Amazônia.
Enquanto os programas Prodes e Deter fazem o mapeamento das áreas desmatadas, o TerraClass investiga os motivos e aponta as possíveis causas da derrubada de árvores, como garimpo ou pecuária.
“O MCTI é parceiro do Ministério do Meio Ambiente neste controle do desmatamento através dos programas Prodes e Deter. Mas queremos expandir o TerraClass, que permite um outro olhar do que está ocupando o espaço desmatado. O MCTI está expandindo essa ferramenta para outros biomas, e vamos disponibilizar a ferramenta para ter um olhar diferenciado em relação ao desmatamento”, afirmou a secretária.
Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), no primeiro semestre deste ano, o desmatamento na Amazônia caiu 33,6% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Por outro lado, foi registrado aumento de 21% no desmatamento no Cerrado.
“A redução do desmatamento na Amazônia se deve a um conjunto de ações que vão desde o aumento da fiscalização, dos embargos feitos pelo Ibama, ações coordenadas juntos com os estados e um processo de dissuasão de que não haverá conivência com a criminalidade. Isto tem um efeito positivo para a redução do desmatamento”, destacou a ministra Marina Silva.
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