Artes

Fundarpe abre inscrições para minicurso do 2º Seminário de Terreiros

Evento traz programação que inclui rodas de conversa e até uma visita guiada virtual ao Terreiro da Nação Xambá

O 2º Seminário Patrimonialização e Musealização de Bens Culturais de Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana, também chamado de Seminário de Terreiros, está com inscrições abertas para um minicurso sobre inventário de acervos. O evento acontece de 1º a 5 de março, com programação on-line transmitida pelo canal do YouTube da Secult-PE/Fundarpe, órgão que promove a atividade em parceria com entidades ligadas ao tema.

A agenda inclui ainda rodas de conversa e até uma visita guiada virtual à Comunidade do Ilê Axé Oya Megue, conhecida como Terreiro da Nação Xambá. A participação pode ser solicitada aqui: http://bit.ly/3t1R5RA

Na edição deste ano, a organização precisou abrir mão dos encontros presenciais, por causa da pandemia da Covid-19. Com as mesas e as lives abertas ao público geral pela internet, a necessidade de inscrição será apenas para o minicurso que acontece nos dias 4 e 5 de março, das 14h às 16h.

O tema será Inventário de Acervos de Terreiros, com aulas ministradas por Shari Almeida (museóloga do Iphan-PE) e Daiane Carvalho (museóloga do Museu da Abolição e do Instituto Brasileiro dos Museus). São 30 vagas e os encontros acontecem pela plataforma Google Meet.

“Inicialmente, o seminário aconteceria em agosto do ano passado, durante a Semana do Patrimônio, e seria realizado no Terreiro da Nação Xambá, em Olinda. Mas, em função das medidas de distanciamento social como prevenção da Covid-19, o evento foi adaptado para acontecer pela internet, o que também ajudou a ampliar a programação, trazendo a participação e experiências de outros terreiros de Pernambuco e de outros estados”, afirmou Marcelo Renan, coordenador de Patrimônio Imaterial da Fundarpe.

O II Seminário Patrimonialização e Musealização de Bens Culturais de Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana, ou Seminário de Terreiros, é promovido pela Secult/Fundarpe, em parceria com o Iphan, Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural e os terreiros Ilê Obá Ogunté (Sítio de Pai Adão), Ilê Axé Oya Megue (Xambá), e Ilê Obá Aganju Okoloya (Mãe Amara).

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