Foto: Areta Padma
Na quinta-feira, 01/08, o CEU Inácio Monteiro recebe, às 15h, “Canto das Ditas”. Dirigido por Antonia Mattos, o trabalho chega para saudar mulheres negras que foram fundamentais na história e na formação da Cidade Tiradentes. Concebido e realizado por mulheres, a apresentação é uma homenagem para todas – avós, mães, tias, irmãs, primas, vizinhas e amigas.
No dia seguinte, às 10h, o Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes apresenta “LedAzeda”, um musical dirigido por Lua Lucas sobre a história de Leda, a menina mais azeda da zona leste. Ela só feria, cuspia e rugia aos quatro ventos. Um dia, conhece a fada Ada, que a ajuda a ver em si mesma poesia. Na mesma data, Filhas da Dita instaura um espaço aberto para a troca de saberes com Dra. Leda Maria Martins, reconhecida por suas contribuições às afrografias; Salloma Salomão, pesquisador dedicado às culturas africanas e afrodiaspóricas; e Hilton Cobra, renomado ator e diretor comprometido com a representação negra no teatro brasileiro contemporâneo.
O aclamado “Traga-me a Cabeça de Lima Barreto”, escrito por Luiz Marfuz e dirigido por Onisajé (Fernanda Júlia), ocupa o CEU Inácio Monteiro em 03/08, às 18h. A peça apresenta uma audaciosa exploração da vida e legado do renomado escritor Lima Barreto. Ambientado em um contexto de debate sobre racismo, loucura e eugenia no Brasil do início do século XX, a ação desafia narrativas históricas e literárias, oferecendo uma reflexão profunda sobre identidade e resistência. Pra fechar, no dia 04/08, às 11h, uma Vivência com Hilton Cobra e Salloma Salomão no CEU Barro Branco.
Intimista e impactante, a Mostra das Ditas, realizada com apoio da 8ª edição do Fomento à Periferia, visa transmitir sentidos, provocar espaços de pertencimento, orgulho e reflexão sobre diversidade étnico-racial, ancestralidade e identidades. “Esse projeto é sobre resgate, autoestima e empoderamento de nós mesmas e da nossa trajetória. Pra gente que não é norma é difícil se sentir bonita, inteligente e cheia de babado para compartilhar. São 17 anos de gente preta, travesti, indígena e LGBT que insiste em fazer cultura na e para a quebrada”, finaliza a atriz Lua Lucas.
Todas as atividades são gratuitas. Para saber mais, acompanhe @filhasdadita nas redes sociais.
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