Mercado de beleza cresce ao apostar em democratização

Em um cenário onde o consumidor brasileiro está cada vez mais consciente e criterioso, a busca por produtos de beleza que aliem qualidade e custo-benefício tornou-se um pilar central do mercado. O setor de beleza e cuidados pessoais no Brasil, que movimentou R$ 173,4 bilhões em 2024, segundo dados da Euromonitor International, reflete uma mudança clara no comportamento de consumo: a priorização de bem-estar e valor real. Nesse contexto, o Brasil subiu para a posição de terceiro mercado de beleza do mundo, ficando atrás apenas de China e Estados Unidos.

Essa expansão é impulsionada por uma nova mentalidade, especialmente entre as classes C, D e E, que representam 76% da população e quase metade do consumo no país. Uma pesquisa da PwC com o Instituto Locomotiva revela que 56% desses consumidores aumentaram o consumo de produtos de higiene e beleza na última década, e 41% pretendem ampliar ainda mais. Este público não busca apenas preços baixos, mas também marcas com as quais se identificam, que demonstrem responsabilidade social e ambiental e promovam a inclusão.

Nesse contexto, a Skala Cosméticos oferece produtos em embalagens econômicas, como os cremes de tratamento de 1kg, visando o autocuidado democrático. Desde sua fundação, a empresa direciona parte de seu portfólio para atender a necessidade da mulher brasileira, com foco em cabelos cacheados e crespos, muitas vezes negligenciados por marcas multinacionais.

“Nossa missão sempre foi clara: beleza não pode ser um privilégio. Acreditamos que o acesso a produtos de qualidade é uma questão de dignidade”, afirma Bruna Veneziano, Diretora de Marketing da Skala Cosméticos. “Quando uma pessoa se sente bem com sua aparência, ela ganha força para conquistar seus espaços. Ver nossos produtos na casa de milhões de brasileiros é a prova de que estamos no caminho certo, usando o autocuidado como um motor para a transformação pessoal e coletiva.”

O objetivo da marca é transformar o autocuidado em uma experiência inclusiva e acessível. Ao quebrar a barreira do preço, historicamente um obstáculo para milhões de brasileiros, mais pessoas podem investir em seu bem-estar e expressar sua identidade. Esse acesso democratizado é uma poderosa ferramenta de empoderamento.

    DINO

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