Livro que une poesia e reflexão é usado em terapias

O livro “Calíope”, do poeta Augusto Branco, cujo livro VIDA: Já perdoei erros quase imperdoáveis, ficou 26 semanas seguidas entre os 10 mais vendidos em Portugal (país em que o poeta foi citado até em cena de novela), traz uma combinação de lirismo, erotismo, espiritualidade e crítica social. Publicado de forma independente pelo Clube de Autores, o livro já está disponível em versões física e digital, tanto no Brasil quanto no exterior.

Com prefácio assinado pela escritora Daiana Huff, a obra mantém o estilo direto e filosófico característico de Branco, mesclando humor, esoterismo e reflexões sobre relações humanas. Trechos como Se um homem não aceita teu jeito de ser, mude. De homem e Retribua com flores a todas as pedras que te atirarem são algumas das frases que ressoam no livro.

A repercussão entre os leitores tem sido positiva. Isabela Crociolli, publicitária de São Paulo (SP) que foi modelo de capa de um dos livros do poeta, relata uma forte conexão emocional com os poemas do livro Calíope que, segundo ela “ajudaram a superar muitos momentos difíceis na vida”. Já a terapeuta Angelina Danessa, de Passo Fundo (RS), utiliza trechos do livro em sessões terapêuticas e afirma que “Calíope deveria ser uma das grandes ferramentas de inspiração para qualquer terapeuta. Augusto Branco, com maestria, traz nesta obra o néctar para a evolução e expansão da consciência humana. Calíope traz insights profundos para a evolução da consciência.

Sabrina Brandão, professora de filosofia e psicóloga educacional de Penápolis (SP), destaca “o amadurecimento literário de Augusto Branco e o alcance universal de sua poesia, que dialoga com temas cotidianos e existenciais, sempre estimulando a reflexão, o autoconhecimento, o desenvolvimento pessoal, e em Calíope alcança o nível de obra-prima. Calíope já nasce com ares de clássico da literatura mundial”, arremata Sabrina, dando um vislumbre do que as páginas de Calíope reservam para os leitores que o descobrirem.

O poeta Augusto Branco, por sua vez, explica que “cada capítulo de Calíope traz poemas que remetem aos arquétipos de deusas gregas e cada pessoa vai acabar encontrando a sua própria deusa no decorrer das páginas do livro, e deste modo descobrirá e compreenderá melhor o seu próprio eu. Talvez por isso, cada vez mais psicólogos e terapeutas façam uso dele com seus consultantes”.

    DINO

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