“Pega a Visão”: Coletivo Soul Dip lança websérie sobre cultura periférica — primeiros episódios já estão no ar

Divulgação
Os quatro primeiros episódios já estão disponíveis no canal do coletivo no YouTube. Os dois últimos serão lançados semanalmente, sempre às segundas-feiras, até 4 de agosto.
Gravada no bairro do Itaim Paulista, zona leste de São Paulo, a série propõe uma escuta atenta e reflexiva sobre os saberes e modos de vida que nascem nas quebradas, tratando a estética periférica como ferramenta de pesquisa, linguagem e expressão cultural.
Pega a Visão apresenta entrevistas com nomes que articulam teoria, prática e vivência nos territórios. No episódio sobre moda, participam Cruela, Nazura e Renatinho (Acervo Relíquia). Já o de música reúne Tarso Oliveira e Thiago Sonho. Em dança, os convidados são Carol Gomes e Tiago Reis. Adriano Sousa conduz a conversa sobre arquitetura, enquanto Débora Dias e Negotinho compartilham visões sobre relações sociais.
A websérie também dialoga diretamente com o espetáculo Da Quebra Brada: Uma Carta Aberta, do próprio Soul Dip, fortalecendo sua pesquisa de linguagem e aprofundando os temas que compõem a trajetória do coletivo. Com um olhar sensível e politizado, Pega a Visão revela como a arte das periferias é também um meio de produzir conhecimento, memória e transformação.
Acompanhe as estreias: https://youtu.be/0BKD5SUsgwA?si=9z-LspgFFPJLQUbE
Roteiro: Coletivo Soul Dip
Produção: Amanda Joazeiro e Gi Soul
Direção de fotografia, captação de imagem e som: 7&8 Produções
Edição e montagem: 7&8 Produções
Identidade visual e animações: Amanda Joazeiro
Pesquisa: Coletivo Soul Dip
Locais de gravação: Itaim Paulista (SP)
Elenco de entrevistados
Moda: Cruela (Acervo Relíquia), Nazura e Renatinho (Acervo Relíquia)
Música: Tarso Oliveira e Thiago Sonho
Dança: Carol Gomes e Tiago Reis
Arquitetura: Adriano Sousa
Relações sociais: Débora Dias e Negotinho
Sobre o Coletivo Soul Dip
O Soul Dip é um coletivo de dança e pesquisa que atua com base em práticas artísticas, culturais e pedagógicas voltadas à valorização das estéticas e experiências das periferias. Seu trabalho transita entre espetáculos, formações e ações documentais, com foco na construção de novas narrativas a partir da quebrada.
